Faz muito tempo que me
sinto fechada, as palavras ficam trancadas dentro na minha mente e não saem
pela boca ou dedos. Muitas vezes eu penso, rascunho e nunca chego ao fim. Nunca
mais consegui ler algo que eu tenha escrito e sentido uma satisfação.
Foi essa semana dentro do metro, voltando de uma entrevista de estágio que fiz, (que por sinal acho que pela primeira vez na minha vida não ganhei a vaga) que me dei conta que eu nunca mais vou conseguir escrever realmente, se eu não praticar.
Como eu realmente não tenho como meta tornar esse blog uma maquina lucrativa, creio que seja o espaço ideal para praticar, testar, mudar de ideia, corrigir.
São 7 horas da manhã, ainda não consegui dormir. Tentei, revirei pra todos os lados que eu possuo e nada. Não posso dizer que não sei porque dessa falta de sono, pois é tudo provocado em nome da felicidade estética. Eu tomo SIBUTRAMINA a um mes (já tomei alguns anos atrás e busco o mesmo resultado que já obtive) para conseguir aquelas tão sonhadas calças outra vez na minha vida.
A razão pelo qual engordei 20 quilos em um ano, será assunto pra outra conversa. Levei bastante tempo até conseguir me decidir, até realmente me focar nessa necessidade de perder peso. Não é uma tarefa fácil, todas nos mulheres e homens que entram nessa guerra, muitas vezes desistem. Pois bem, o remédio me controla, me deixa com uma sensação de nojo alimentar. Eu como, mas em pequenas quantidades e mais seguidamente, consigo não desejar uma barra de chocolate ou a repetição exagerada no almoço.
Muitas pessoas me critica, e incentivam que eu pare com a medicação, ainda mais que eu estou tomando por conta e risco, sem nenhum acompanhamento medico. Mas se já funcionou uma vez, vai ter que funcionar novamente. E a missão esta andando, 7 quilos já foram eliminados.
Bom, mas onde eu quero chegar, eu faço isso por que não me sinto bem da forma como estou. Me sinto frustrada em ver roupas que eu gostava, muitas que pouco usei e que atualmente não tem nenhuma pretensão de entrar. É uma briga minha, comigo mesma. Não faço isso por que me sinto mal perante os padrões da sociedade, não por que tenho amigas magras, ou porque acho que os homens não se sentem atraídos por meu corpo. É pela simples busca de um bem estar pessoal, e é o que importa verdadeiramente.
Porém, hoje com 25 anos eu consigo enxergar dessa forma, quando mais nova, diversas vezes me senti humilhada por piadinhas na escola ou roupas que não ficavam bem em mim. Naquela época, todo mundo resolvia seus problemas com uma boa surra em quem tirava onda. Pais não ficavam sabendo ou muito menos se envolviam em assuntos de crianças.
Mas essa não é a atual realidade que vivemos, estamos no meio de uma sociedade onde crianças bem pequenas já tem uma maldade muito seria. E como se não bastasse possuir este sentimento, ainda as executam muito bem.
A era do BULLYNG ao meu modo de ver, fez com que as crianças se tornem caladas. Não respondem, pois tudo se resolvera na justiça. Isso acontece com maior evidência ainda no âmbito virtual, onde crianças se expõem precocemente, gerando uma abertura para que pessoas que não tem nenhuma humanismo acabem, literalmente, como outro individuo.
Essa semana repercute pelas redes sociais fotos de uma menina de 11 anos, fotos essas que foram "retiradas" da pagina em que a garota possuía no facebook. O que acontece é que por questões de padrões estéticos, estas fotos foram expostas em sites que humor negro e muitos insultos iniciaram contra essa criança. "VOU LEVAR ESSA GARONA EM UM SALÃO PARA FAZER A SOBRANCELHA.
Como se não bastasse toda pressão psicológica sobre que padrões seguir, como seguir. Agora ainda existe idade inicial para isso? A menina de 11 anos, como ja citei. Precisa se adequar e ir a estética, explorar uma beleza falsa já na infância?
Deixe que s crianças sejam crianças. O mesmo ser hoje que acha muito divertido humilhar uma criança por ter pelos no rosto, é aquele que compartilha em redes sociais brinquedos da sua infância e comenta, "Meu tempo era bom, hoje em dia a garotada só se interessa por vídeo game". As crianças são treinadas a não ser mais crianças, cada vez mais cedo.
Essa menina, a Julia Gabriele, não fez mal nenhum a ninguém e de forma alguma merecia nada do que foi dito contra ela. Essa brincadeira de mal gosto teve uma repercussão tão grande, que a garota já não vai a escola. A família toda esta enfrentando uma situação complicada, provavelmente todos precisem de apoio psicológico por um tempo. E porque? Para que?
Auto afirmação, é a minha dica. É tão fácil listar os defeitos e problemas no outro.
Todo esse sofrimento que esta família esta passando, podia ser evitado. Crianças não precisam de redes sociais, quanto mais provadas estiverem da vida virtual, melhor. As pessoas se expõem de uma forma abusiva e se os pais não tem tempo de vigiar constantemente, sugiro que o acesso não esteja liberado.
Foi essa semana dentro do metro, voltando de uma entrevista de estágio que fiz, (que por sinal acho que pela primeira vez na minha vida não ganhei a vaga) que me dei conta que eu nunca mais vou conseguir escrever realmente, se eu não praticar.
Como eu realmente não tenho como meta tornar esse blog uma maquina lucrativa, creio que seja o espaço ideal para praticar, testar, mudar de ideia, corrigir.
São 7 horas da manhã, ainda não consegui dormir. Tentei, revirei pra todos os lados que eu possuo e nada. Não posso dizer que não sei porque dessa falta de sono, pois é tudo provocado em nome da felicidade estética. Eu tomo SIBUTRAMINA a um mes (já tomei alguns anos atrás e busco o mesmo resultado que já obtive) para conseguir aquelas tão sonhadas calças outra vez na minha vida.
A razão pelo qual engordei 20 quilos em um ano, será assunto pra outra conversa. Levei bastante tempo até conseguir me decidir, até realmente me focar nessa necessidade de perder peso. Não é uma tarefa fácil, todas nos mulheres e homens que entram nessa guerra, muitas vezes desistem. Pois bem, o remédio me controla, me deixa com uma sensação de nojo alimentar. Eu como, mas em pequenas quantidades e mais seguidamente, consigo não desejar uma barra de chocolate ou a repetição exagerada no almoço.
Muitas pessoas me critica, e incentivam que eu pare com a medicação, ainda mais que eu estou tomando por conta e risco, sem nenhum acompanhamento medico. Mas se já funcionou uma vez, vai ter que funcionar novamente. E a missão esta andando, 7 quilos já foram eliminados.
Bom, mas onde eu quero chegar, eu faço isso por que não me sinto bem da forma como estou. Me sinto frustrada em ver roupas que eu gostava, muitas que pouco usei e que atualmente não tem nenhuma pretensão de entrar. É uma briga minha, comigo mesma. Não faço isso por que me sinto mal perante os padrões da sociedade, não por que tenho amigas magras, ou porque acho que os homens não se sentem atraídos por meu corpo. É pela simples busca de um bem estar pessoal, e é o que importa verdadeiramente.
Porém, hoje com 25 anos eu consigo enxergar dessa forma, quando mais nova, diversas vezes me senti humilhada por piadinhas na escola ou roupas que não ficavam bem em mim. Naquela época, todo mundo resolvia seus problemas com uma boa surra em quem tirava onda. Pais não ficavam sabendo ou muito menos se envolviam em assuntos de crianças.
Mas essa não é a atual realidade que vivemos, estamos no meio de uma sociedade onde crianças bem pequenas já tem uma maldade muito seria. E como se não bastasse possuir este sentimento, ainda as executam muito bem.
A era do BULLYNG ao meu modo de ver, fez com que as crianças se tornem caladas. Não respondem, pois tudo se resolvera na justiça. Isso acontece com maior evidência ainda no âmbito virtual, onde crianças se expõem precocemente, gerando uma abertura para que pessoas que não tem nenhuma humanismo acabem, literalmente, como outro individuo.
Essa semana repercute pelas redes sociais fotos de uma menina de 11 anos, fotos essas que foram "retiradas" da pagina em que a garota possuía no facebook. O que acontece é que por questões de padrões estéticos, estas fotos foram expostas em sites que humor negro e muitos insultos iniciaram contra essa criança. "VOU LEVAR ESSA GARONA EM UM SALÃO PARA FAZER A SOBRANCELHA.
Como se não bastasse toda pressão psicológica sobre que padrões seguir, como seguir. Agora ainda existe idade inicial para isso? A menina de 11 anos, como ja citei. Precisa se adequar e ir a estética, explorar uma beleza falsa já na infância?
Deixe que s crianças sejam crianças. O mesmo ser hoje que acha muito divertido humilhar uma criança por ter pelos no rosto, é aquele que compartilha em redes sociais brinquedos da sua infância e comenta, "Meu tempo era bom, hoje em dia a garotada só se interessa por vídeo game". As crianças são treinadas a não ser mais crianças, cada vez mais cedo.
Essa menina, a Julia Gabriele, não fez mal nenhum a ninguém e de forma alguma merecia nada do que foi dito contra ela. Essa brincadeira de mal gosto teve uma repercussão tão grande, que a garota já não vai a escola. A família toda esta enfrentando uma situação complicada, provavelmente todos precisem de apoio psicológico por um tempo. E porque? Para que?
Auto afirmação, é a minha dica. É tão fácil listar os defeitos e problemas no outro.
Todo esse sofrimento que esta família esta passando, podia ser evitado. Crianças não precisam de redes sociais, quanto mais provadas estiverem da vida virtual, melhor. As pessoas se expõem de uma forma abusiva e se os pais não tem tempo de vigiar constantemente, sugiro que o acesso não esteja liberado.
Faz muito tempo que me
sinto fechada, as palavras ficam trancadas dentro na minha mente e não saem
pela boca ou dedos. Muitas vezes eu penso, rascunho e nunca chego ao fim. Nunca
mais consegui ler algo que eu tenha escrito e sentido uma satisfação.
Foi essa semana dentro do metro, voltando de uma entrevista de estágio que fiz, (que por sinal acho que pela primeira vez na minha vida não ganhei a vaga) que me dei conta que eu nunca mais vou conseguir escrever realmente, se eu não praticar.
Como eu realmente não tenho como meta tornar esse blog uma maquina lucrativa, creio que seja o espaço ideal para praticar, testar, mudar de ideia, corrigir.
São 7 horas da manhã, ainda não consegui dormir. Tentei, revirei pra todos os lados que eu possuo e nada. Não posso dizer que não sei porque dessa falta de sono, pois é tudo provocado em nome da felicidade estética. Eu tomo SIBUTRAMINA a um mes (já tomei alguns anos atrás e busco o mesmo resultado que já obtive) para conseguir aquelas tão sonhadas calças outra vez na minha vida.
A razão pelo qual engordei 20 quilos em um ano, será assunto pra outra conversa. Levei bastante tempo até conseguir me decidir, até realmente me focar nessa necessidade de perder peso. Não é uma tarefa fácil, todas nos mulheres e homens que entram nessa guerra, muitas vezes desistem. Pois bem, o remédio me controla, me deixa com uma sensação de nojo alimentar. Eu como, mas em pequenas quantidades e mais seguidamente, consigo não desejar uma barra de chocolate ou a repetição exagerada no almoço.
Muitas pessoas me critica, e incentivam que eu pare com a medicação, ainda mais que eu estou tomando por conta e risco, sem nenhum acompanhamento medico. Mas se já funcionou uma vez, vai ter que funcionar novamente. E a missão esta andando, 7 quilos já foram eliminados.
Bom, mas onde eu quero chegar, eu faço isso por que não me sinto bem da forma como estou. Me sinto frustrada em ver roupas que eu gostava, muitas que pouco usei e que atualmente não tem nenhuma pretensão de entrar. É uma briga minha, comigo mesma. Não faço isso por que me sinto mal perante os padrões da sociedade, não por que tenho amigas magras, ou porque acho que os homens não se sentem atraídos por meu corpo. É pela simples busca de um bem estar pessoal, e é o que importa verdadeiramente.
Porém, hoje com 25 anos eu consigo enxergar dessa forma, quando mais nova, diversas vezes me senti humilhada por piadinhas na escola ou roupas que não ficavam bem em mim. Naquela época, todo mundo resolvia seus problemas com uma boa surra em quem tirava onda. Pais não ficavam sabendo ou muito menos se envolviam em assuntos de crianças.
Mas essa não é a atual realidade que vivemos, estamos no meio de uma sociedade onde crianças bem pequenas já tem uma maldade muito seria. E como se não bastasse possuir este sentimento, ainda as executam muito bem.
A era do BULLYNG ao meu modo de ver, fez com que as crianças se tornem caladas. Não respondem, pois tudo se resolvera na justiça. Isso acontece com maior evidência ainda no âmbito virtual, onde crianças se expõem precocemente, gerando uma abertura para que pessoas que não tem nenhuma humanismo acabem, literalmente, como outro individuo.
Essa semana repercute pelas redes sociais fotos de uma menina de 11 anos, fotos essas que foram "retiradas" da pagina em que a garota possuía no facebook. O que acontece é que por questões de padrões estéticos, estas fotos foram expostas em sites que humor negro e muitos insultos iniciaram contra essa criança. "VOU LEVAR ESSA GARONA EM UM SALÃO PARA FAZER A SOBRANCELHA.
Como se não bastasse toda pressão psicológica sobre que padrões seguir, como seguir. Agora ainda existe idade inicial para isso? A menina de 11 anos, como ja citei. Precisa se adequar e ir a estética, explorar uma beleza falsa já na infância?
Deixe que s crianças sejam crianças. O mesmo ser hoje que acha muito divertido humilhar uma criança por ter pelos no rosto, é aquele que compartilha em redes sociais brinquedos da sua infância e comenta, "Meu tempo era bom, hoje em dia a garotada só se interessa por vídeo game". As crianças são treinadas a não ser mais crianças, cada vez mais cedo.
Essa menina, a Julia Gabriele, não fez mal nenhum a ninguém e de forma alguma merecia nada do que foi dito contra ela. Essa brincadeira de mal gosto teve uma repercussão tão grande, que a garota já não vai a escola. A família toda esta enfrentando uma situação complicada, provavelmente todos precisem de apoio psicológico por um tempo. E porque? Para que?
Auto afirmação, é a minha dica. É tão fácil listar os defeitos e problemas no outro.
Todo esse sofrimento que esta família esta passando, podia ser evitado. Crianças não precisam de redes sociais, quanto mais provadas estiverem da vida virtual, melhor. As pessoas se expõem de uma forma abusiva e se os pais não tem tempo de vigiar constantemente, sugiro que o acesso não esteja liberado.
Foi essa semana dentro do metro, voltando de uma entrevista de estágio que fiz, (que por sinal acho que pela primeira vez na minha vida não ganhei a vaga) que me dei conta que eu nunca mais vou conseguir escrever realmente, se eu não praticar.
Como eu realmente não tenho como meta tornar esse blog uma maquina lucrativa, creio que seja o espaço ideal para praticar, testar, mudar de ideia, corrigir.
São 7 horas da manhã, ainda não consegui dormir. Tentei, revirei pra todos os lados que eu possuo e nada. Não posso dizer que não sei porque dessa falta de sono, pois é tudo provocado em nome da felicidade estética. Eu tomo SIBUTRAMINA a um mes (já tomei alguns anos atrás e busco o mesmo resultado que já obtive) para conseguir aquelas tão sonhadas calças outra vez na minha vida.
A razão pelo qual engordei 20 quilos em um ano, será assunto pra outra conversa. Levei bastante tempo até conseguir me decidir, até realmente me focar nessa necessidade de perder peso. Não é uma tarefa fácil, todas nos mulheres e homens que entram nessa guerra, muitas vezes desistem. Pois bem, o remédio me controla, me deixa com uma sensação de nojo alimentar. Eu como, mas em pequenas quantidades e mais seguidamente, consigo não desejar uma barra de chocolate ou a repetição exagerada no almoço.
Muitas pessoas me critica, e incentivam que eu pare com a medicação, ainda mais que eu estou tomando por conta e risco, sem nenhum acompanhamento medico. Mas se já funcionou uma vez, vai ter que funcionar novamente. E a missão esta andando, 7 quilos já foram eliminados.
Bom, mas onde eu quero chegar, eu faço isso por que não me sinto bem da forma como estou. Me sinto frustrada em ver roupas que eu gostava, muitas que pouco usei e que atualmente não tem nenhuma pretensão de entrar. É uma briga minha, comigo mesma. Não faço isso por que me sinto mal perante os padrões da sociedade, não por que tenho amigas magras, ou porque acho que os homens não se sentem atraídos por meu corpo. É pela simples busca de um bem estar pessoal, e é o que importa verdadeiramente.
Porém, hoje com 25 anos eu consigo enxergar dessa forma, quando mais nova, diversas vezes me senti humilhada por piadinhas na escola ou roupas que não ficavam bem em mim. Naquela época, todo mundo resolvia seus problemas com uma boa surra em quem tirava onda. Pais não ficavam sabendo ou muito menos se envolviam em assuntos de crianças.
Mas essa não é a atual realidade que vivemos, estamos no meio de uma sociedade onde crianças bem pequenas já tem uma maldade muito seria. E como se não bastasse possuir este sentimento, ainda as executam muito bem.
A era do BULLYNG ao meu modo de ver, fez com que as crianças se tornem caladas. Não respondem, pois tudo se resolvera na justiça. Isso acontece com maior evidência ainda no âmbito virtual, onde crianças se expõem precocemente, gerando uma abertura para que pessoas que não tem nenhuma humanismo acabem, literalmente, como outro individuo.
Essa semana repercute pelas redes sociais fotos de uma menina de 11 anos, fotos essas que foram "retiradas" da pagina em que a garota possuía no facebook. O que acontece é que por questões de padrões estéticos, estas fotos foram expostas em sites que humor negro e muitos insultos iniciaram contra essa criança. "VOU LEVAR ESSA GARONA EM UM SALÃO PARA FAZER A SOBRANCELHA.
Como se não bastasse toda pressão psicológica sobre que padrões seguir, como seguir. Agora ainda existe idade inicial para isso? A menina de 11 anos, como ja citei. Precisa se adequar e ir a estética, explorar uma beleza falsa já na infância?
Deixe que s crianças sejam crianças. O mesmo ser hoje que acha muito divertido humilhar uma criança por ter pelos no rosto, é aquele que compartilha em redes sociais brinquedos da sua infância e comenta, "Meu tempo era bom, hoje em dia a garotada só se interessa por vídeo game". As crianças são treinadas a não ser mais crianças, cada vez mais cedo.
Essa menina, a Julia Gabriele, não fez mal nenhum a ninguém e de forma alguma merecia nada do que foi dito contra ela. Essa brincadeira de mal gosto teve uma repercussão tão grande, que a garota já não vai a escola. A família toda esta enfrentando uma situação complicada, provavelmente todos precisem de apoio psicológico por um tempo. E porque? Para que?
Auto afirmação, é a minha dica. É tão fácil listar os defeitos e problemas no outro.
Todo esse sofrimento que esta família esta passando, podia ser evitado. Crianças não precisam de redes sociais, quanto mais provadas estiverem da vida virtual, melhor. As pessoas se expõem de uma forma abusiva e se os pais não tem tempo de vigiar constantemente, sugiro que o acesso não esteja liberado.